No Dia do Goleiro, relembre alguns nomes importantes na história do Vila Nova

Postado em: 26/04/2020 às 10:34

No Dia do Goleiro, relembre alguns nomes importantes na história do Vila Nova
(Foto: O Popular)
No Brasil, o Dia do Goleiro é comemorado em 26 de abril. A data foi escolhida em 1975 por dois professores na escola de Educação Física do exército e é uma homenagem ao Manga, um dos destaques da posição no país. Você se lembra ou conhece alguns dos goleiros mais importantes da história do Vila Nova?
 
Torcedores mais antigos devem se lembrar dos arqueiros de épocas douradas, como Gabriel e Serginho, na época do tetracampeonato. Mas aqui vamos além. O estádio do Vila Nova leva o nome de um dos goleiros do time, que mais tarde se tornou dirigente. Onésio Brasileiro Alvarenga vestiu a camisa colorada na década de 50, nos primórdios da fundação do clube.
 
O Vila conquistou o tetracampeonato inédito do Campeonato Goiano em 1980, o goleiro da época era Gabriel, que disputou a final contra o Anápolis. Ele foi precedido por Serginho, que na conquista do Tri estava na equipe que bateu o rival por 1x0. Tempos áureos.
 
Na década de 90, dois arqueiros se destacaram: Sérgio Neri e Humberto. O primeiro foi Campeão Goiano em 93 pelo Tigre e ajudou a colocar fim em um jejum de 9 anos sem título. Aquele time tinha Bé, Alfinete e Luciano. O segundo foi o goleiro do primeiro campeonato nacional invicto conquistado pelo Vila Nova, a Série C de 1996. Humberto se destacou no elenco que tinha Bé, Sabino e Roni.
 
Partindo para os anos 2000, o começo do milênio foi proveitoso para o Colorado. Em 2001, o Vila conquistou o Goianão como nada mais, nada menos do que Fernando Prass no gol. O goleiro saiu do Tigre para conquistar o país, sendo convocado para a Seleção Brasileira anos mais tarde. Em 2005, um dos nomes mais lembrados da leva mais nova da torcida: Michel Alves. No Vila, foi campeão do Estadual naquele ano, nos pênaltis, diante do maior rival. É o goleiro do último título estadual do clube.
 
Para fechar a década, um dos últimos ídolos da torcida vilanovense. Em 2008, Max chegava do Botafogo sob muita desconfiança da torcida. Bastou o início do Campeonato Brasileiro da Série B para cair nas graças do pova. Não foi campeão nesse ano, mas fez parte de um elenco que se manteve praticamente o campeonato todo no G4, era capitão e dava exemplo de postura e humildade dentro e fora de campo. Para a maioria da torcida, quando se pensa em goleiro, se pensa no Max.
 
O ano de 2015 foi um dos mais felizes na história recente do Vila. O time conquistou o bicampeonato da Série C, numa campanha emocionante, e teve como camisa 1 o goleiro Edson. Foi o titular durante boa parte do ano, revezando com Wagner Bueno, que hoje é diretor de futebol do Vila Nova.
 
Em 2020, a responsabilidade por fechar o gol e ajudar a levar o Vila de volta à Série B é de Fabrício e Clériston. Fabrício chegou para ser titular, é um dos homens de referência e mais experiência no elenco. Clériston é um dos únicos remanescentes de 2019 e leva consigo o aprendizado de um rebaixamento e tudo o que deve ser diferente para 2020 não ser desastroso como o ano anterior.
 
Núbia Alves, da Assessoria de Imprensa VNFC